sábado, 20 de maio de 2017

Em Macau o desrespeito voltou!

Esta matéria é fruto de uma reflexão sobre cidadania, ética pública e ação cultural. Diante disto resolvi escrever sobre o trato à população macauense, devido aos abusos relatados e vistos pelos meios de comunicação e redes sociais no nosso cotidiano pelos chamados funcionários sem mandato.
Carla Lemos estirando o dedo em um grupo público do Facebook para um vereador eleito pelo voto popular. Carla é a maior militante política virtual e prima do prefeito de Macau Túlio Lemos, além de historiadora.

Esta matéria visa mostrar o desrespeito que vem ocorrendo, principalmente em redes sociais, às regras de conduta e da ética que requer um servidor público e que vem sendo esquecidas por funcionários públicos da cidade de Macau.
Secretário Adjunto da Secretaria de Esportes, Dennys Thierry, ameaçando um professor de história.

O mesmo secretário adjunto de esportes e juventude, Denny Thierry, insultando um professor,

Estes atos de desrespeito aos direitos por parte de alguns funcionários públicos em relação à população, viola a moral, os direitos e principalmente, ataca a cultura dos cidadãos que na sua maioria apenas cobram seus direitos de cidadão a terem acessos aos serviços básicos do município, ou o direito de criticarem ações administrativas da gestão do prefeito Túlio Lemos.
Novamente o secretário adjunto de esportes e juventude, insultando um vereador eleito pelo povo.

Quando falamos sobre ética pública, logo pensamos em corrupção, extorsão, ineficiência, etc. Mas na realidade o que devemos ter como ponto de referência em relação ao serviço público, ou na vida pública em geral, é que seja fixado um padrão a partir do qual possamos, em seguida julgar a atuação dos servidores públicos ou daqueles que estiverem envolvidos na vida pública, entretanto não basta que haja padrão, tão somente, é necessário que esse padrão seja ético, acima de tudo, coisa que não é comum acontecer quando são feitas reclamações ou críticas a um mal serviço prestado pela prefeitura a população macauense, o normal é que uma simples crítica feita por um cidadão se transforme em briga virtual resultando em xingamentos gratuitos, agressões e ameaças em sua maioria feitas por servidores públicos.
O Maestro da filarmônica Monsenhor Honório, insultando um cidadão que apenas o alertou para um erro constante em sua nomeação no portal da transparência de Macau.

Chama-se servidor público a pessoa física que presta serviços ao governo e às entidades da administração indireta, com vínculo empregatício e mediante remuneração paga pelos cofres públicos, ora! O nome já diz tudo, “servidor público” este é pago com o dinheiro público para servir aos cidadãos com sua força de trabalho, seja ela braçal ou intelectual. O que não se pode aceitar é que o servidor público passe a execrar, ridicularizar, ameaçar e constranger publicamente ao cidadão que paga seu salário através de impostos.
Mais um exemplo de um servidor público, detentor de cargo comissionado pago com o dinheiro público, tratando o cidadão macauense.

O servidor público em seu conceito genérico não somente faz parte da administração pública, ele efetivamente é o governo, ente abstrato, representado por pessoas físicas, que exercerão seu cargo ou função visando ao interesse público e ao bem comum, conforme reza a teoria subjetiva da Administração Pública, ou seja, o agente público representa o órgão a qual ele trabalha, logo se ele usa do cargo a que está incumbido para destratar um cidadão, seja por qualquer motivo, não só ele como pessoa física, mas o órgão a qual ele é lotado e representa está também destratando este mesmo cidadão. Quando um servidor público da prefeitura de Macau insulta um cidadão comum, a própria prefeitura está insultando não só o cidadão, mas toda a população.
O irmão do prefeito e secretário de tributação, que ocupa o cargo por nepotismo, ameaçando este blogueiro que vos escreve, após eu ter escrito uma matéria retratando o caso de uma senhora que não conseguiu atendimento médico após peregrinar desde o dia 17 de fevereiro.

Por isso, é necessário que os servidores apliquem os valores éticos para que os cidadãos possam acreditar na eficiência dos serviços públicos. Assim, é missão deles serem leais aos princípios éticos e as leis acima das vantagens financeiras do cargo e ou qualquer outro interesse particular.
Mais um servidor público detentor de cargo comissionado, mostrando como se trata o cidadão macauense que questiona alguma coisa.
Outro ponto importante de se falar é quando o desrespeito não parte só dos servidores públicos, mas também de familiares do prefeito ao qual deveriam dar exemplo de ética, moral e civilidade, mas o que vemos na verdade é uma compilação de agressões e desrespeitos a qualquer um que se oponha ou critica as ações administrativas da gestão do prefeito Túlio Lemos.
Filho do prefeito de Macau insultando um vereador de bobo da corte

Irmão do prefeito e secretário de tributação alegando que o ex-comandante da Polícia Militar em Macau, fazia acordos com criminosos para manter a ordem na cidade.

Prima do prefeito Túlio Lemos estirando o dedo em um grupo público do Facebook para um vereador e o chamando de forma pejorativa.




Irmão do prefeito e secretário de tributação criticando o fato da população cobrar saúde, educação, segurança e salários em dia

Prima do prefeito se vangloriando em rede social pelo fato de ter estirado o dedo a um vereador e alegando que fez em forma de protesto público.
Prima do prefeito em um grupo público do Facebook chamando a oposição de porcos.
 
Prima do prefeito insultando um artista macauense



Estes são apenas uns poucos exemplos de como criticar ações administrativas da atual gestão do prefeito Túlio Lemos, pode resultar em insultos e agressões virtuais.
E qual seria a posição do prefeito Túlio Lemos quanto a todas essas agressões e insultos gratuitos por parte de seus servidores, cargos de confiança e familiares?
Nenhuma! absolutamente nenhuma! nenhuma nota de esclarecimento, nem uma reprimenda, nada, o silêncio reina em relação a estes casos no gabinete do prefeito Túlio Lemos.
Mas já diz o velho ditado: "quem cala consente".

É isso aí !

Por Leandro de Souza 
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